Eu não queria te amar tanto
E ficar assim olhando a lua.
De vez em quando derramar meu pranto
Que escorre livre pela rua.
Eu não queria ficar assim ensimesmado
Olhando as estrelas tão distantes...
Ficar por tanto tempo assim parado
Sem entender meus gestos, meus instantes.
Eu não queria comportar-me qual criança:
Ficar chorando pela casa, pelos cantos...
Viver impregnado de esperança
E ao mesmo tempo sufocar-me com meus prantos.
Eu não queria te amar tanto,
Mas agora não posso recuar.
Ainda que derrame o meu pranto
Jamais eu deixarei de te amar.
sábado, 10 de novembro de 2007
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3 comentários:
Oi, Cícero
Hoje tenho uma novidade pra te contar: a Editora Protexto acaba de publicar meu livro "No Verde dos Teus Olhos".
Segue o endereço para quem se interessar em adquiri-lo:
http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=145
Abraços,
Márcia
Cícero, tudo bem?
Não precisa desistir...rss... Seu comentário já foi publicado. É que achei melhor moderar os comentários para evitar spam...
Era sobre isto seu segundo comentário?
Obrigada, viu, por sua atenção.
Abraços,
Márcia
Oi novamente!!
Você conseguiu entrar no site da Editora Protexto?
Abraços,
Márcia
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